1) Quando e como você começou no jornalismo?
Comecei em 1987, ano em que entrei na faculdade. Queria ser jornalista desde os 14 anos, mas só decidi aos 17. Me falavam muito dos salários baixos e da minha timidez, como problemas que eu enfrentaria na profissão. Por isso, só decidi aos 17 anos. Comecei fazendo matérias free-lancer para jornais pequenos, semanais, em São Bernardo do Campo. Em 1988, entre no jornal, também semanal, Gazeta de s. Bernardo. Em 1991, virei repórter da revista Placar.
2) Qual é maior prazer e a maior dificudade da profissão?
O maior prazer é trabalhar. O maior desafio é trabalhar muuuuuuito.
3)Você trabalhou por um bom tempo na revista placar...na sua opinião, por que o Brasil tem poucas publicações esportivas em relação a outros países, tanto em revistas como jornais?
Porque aqui se lê pouco. De modo geral, não há revistas de grande circulação no mundo. Não há revistas com mais de 120 mil exemplares. Há, sim, muitos jornais esportivos. O Marca é o jornal mais lido da Espanha.
4) Você participou do surgimento do diário Lance...passados dez anos o jornal se tornou o que imaginava? Você esperava que após esse período surgiria algum concorrente?
O L! tem edições brilhantes e erros freqüentes. Falta um pouco de cuidado com o acabamento do diário. Erros de português são freqüentes. Mas é um bom jornal, do ponto de vista da criatividade e da informação.
5) Qual o momento marcante de sua carreira?
Copa do Mundo. Cobri 3 e, se puder, cubro sempre.
6) O que gostaria de realizar como jornalista que ainda não conseguiu?
Realizei muita coisa, mas, claro, aos 38 anos, tem muito caminho para perseguir.
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